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Enquanto 90,78% dos votos expressos foram contados, a aprovação em princípio de uma nova Constituição, pondo fim à de Pinochet’s, obteve 78,24%. Relativamente à segunda questão, sobre o órgão que deveria elaborar a nova Constituição, a opção da Convenção Constitucional (todos os membros da Convenção eleitos directamente pelo povo) obteve 79,24 o/o dos votos e a opção da Convenção Mista (uma percentagem dos membros da Convenção eleitos directamente e outra percentagem da Assembleia Nacional actualmente em funções) obteve apenas 21,76 o/o dos votos.

A Rede Sindical Internacional de Solidariedade e de Lutas apoiou e divulgou o movimento popular chileno de 2019. Denunciámos a repressão exercida pelo governo, através das suas forças repressivas, policiais, armadas e judiciais. A rejeição da Constituição de Pinochet através deste referendo não resolve todos os problemas sociais, políticos, económicos e ecológicos do Chile. Mas é um passo simbolicamente muito importante para os movimentos sociais chilenos que tornou possível … e que agora vai continuar a luta !




Fonte: Laboursolidarity.org