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A fala abordará os microfascismos presentes na produção de uma vida sem forma sob o capitalismo contemporâneo, que reside no cerne da representação espetacular do anti-sistêmico, e que inclui práticas de dominação, autoritarismo e exploração, que nos formam de tal maneira que não podemos simplesmente decidir sair delas. Como então adotar o antifascismo enquanto conduta ética e coletiva nos tempos como os que vivemos? Como criar formas de vida não hierárquicas; espaços seguros e redes de solidariedade? Neste sentido, abordaremos também a revolta, enquanto recusa afirmativa do intolerável a partir da qual é possível conferir um valor imanente à existência que retire do absurdo algo que o ultrapasse. A revolta será abordada como prática criativa capaz de coletivizar a experiência e, assim, constituir um comum.

Link da sala:
bit.ly/conversacaolibertaria12



Fonte: Nu-sol.org