Abril 19, 2021
Do Agencia De Noticias Anarquistas
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A MST é a empresa que recebeu o serviço ao cliente do CaixaBank e, de acordo com a CGT, recusa-se a cumprir as disposições do Decreto Real sobre teletrabalho.

A Confederação Geral do Trabalho (CGT) emitiu uma declaração para anunciar que chamou a atenção de seu assessor jurídico para esta situação de abuso, de modo que a decisão da empresa MST de não concordar em pagar as despesas que seus funcionários geraram com o teletrabalho possa ser levada à Câmara Social da Corte Nacional.

Segundo a organização anarco-sindicalista, desde o início da pandemia de Covid-19 todas as empresas do setor que terceirizaram seus Call Centers para gerenciar o atendimento ao cliente, têm incentivado o teletrabalho para seus modelos, já que esta opção é mais fácil e de segurança técnica ao realizar este trabalho e o risco à saúde a que estas pessoas estão expostas nas plataformas físicas do Contact Center.

Neste sentido, a CGT explica que muitas pessoas que tiveram que continuar trabalhando em casa tiveram que arcar com os custos do mesmo desde março de 2020, e que após a aprovação do Decreto Real sobre teletrabalho, que estabelece que estes custos devem ser arcados pelo empregador e não por seus trabalhadores, agora descobrem que certas empresas se recusam a cumprir com a lei.

A CGT explica que, no caso específico da MST, Pedro Barceló e Jéssica Barceló – proprietários e gestores de topo da organização – argumentaram que não podem pagar a compensação de despesas, como outras empresas do setor, porque o banco não permite que o façam.

A CGT realizou uma reunião de mediação nesta quarta-feira, 14 de abril, no Serviço Interconfederal de Mediação e Arbitragem, juntamente com a CC.OO. e a UGT, que apoiaram a reivindicação dos anarco-sindicalistas, na qual a empresa se recusou novamente a negociar esta compensação e a pagar quaisquer despesas contra o que a lei estabelece.

Para a CGT, o CaixaBank e a MST estão realizando um abuso de sua posição dominante nas relações de trabalho, que já se somam a muitas outras que vêm onerando os trabalhadores ao longo do ano passado. Portanto, a CGT deixou claro que eles irão aos tribunais para alcançar o que os direitos sejam reconhecidos e contra a atitude da direção da MST.

Fonte: https://cgt.org.es/cgt-denunciara-en-la-audiencia-nacional-a-la-empresa-medios-y-servicios-telematicos-mst-por-negarse-a-compensar-los-gastos-de-teletrabajo-a-sus-plantillas/

Tradução > Liberto

agência de notícias anarquistas-ana

velha na fonte –
os cântaros se enchem
o sol se esconde

Carlos Seabra




Fonte: Noticiasanarquistas.noblogs.org