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Dia 18.08 – cultura e educação libertária

Crianças e jovens são alvos preferenciais dos castigos perpetrados pelos governos do Estado e de suas instituições, da família e do capitalismo. Anarquistas desde o século XIX até o presente, pensam e produzem práticas de liberdade com crianças e jovens. Crianças e jovens não são o futuro! São uma possível centelha para insubordinação e abolição do mundo tal qual o adulto-civilizado-capitalista insiste em reconstruir. Propõe- se uma conversa entre pesquisas no contexto da América do Sul sobre as práticas anarquistas e as experimentações na educação com crianças e jovens.

 

das 10h às 13h
roda de conversa: educação libertária na América do Sul
> Luiza Uehara
> Marina Centurion Dardani

> Nabylla Fiori de Lima
> Renato Mendes
> Olivia Pires Coelho
coordenação: Rafael Limongelli

das 19h às 22h
mesa: cultura e educação libertária
> Edson Passetti
> Gerardo Garay Montaner

> Marcelo Guerra Magerkurth
> Silvio Gallo
coordenação: Salete Oliveira

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Dia 25.08 – TERRA-revolta

A propriedade, independentemente da modalidade – estatal ou privada –, não só está fundamentada na expropriação do trabalho realizado pela força coletiva, como também estabelece, de forma arbitrária, uma rígida demarcação sobre um determinado espaço. Assim, as práticas anárquicas, ao abolir a lógica e, por consequência, a noção de propriedade, procuram experimentar novas maneiras de conceber a relação entre os corpos e a terra, potencializando outras formas de vida no presente, no aqui e agora, para além das territorialidades. Diante dos múltiplos embates contra os Estados e as corporações privadas, individualidades e coletividades libertárias provocam insurgências nos diferentes âmbitos da vida, espalhando as chamas da revolta por onde passam. No entanto, em contextos nos quais as práticas de resistências se potencializam, os governos ativam e intensificam os dispositivos de segurança do Estado, de modo a garantir a manutenção da ordem vigente. Assim, levando em consideração as práticas insurgentes que vêm sendo impulsionadas no sul do continente, esta mesa tem como objetivo produzir uma análise acerca das medidas de contrainsurgências dos Estados da região.

 

das 10h às 13h
roda de conversa: TERRA-revolta
> Diego Mellado
> Ivanna Margarucci

> Mariana Gabriela Calandra
> Mariana Janot
> Thaiane Mendonça
coordenação: Rogério Nascimento
 
 

das 19h às 22h
mesa
:
revolta e contrainsurgência
> Acácio Augusto
> Camila Jourdan
> Jorge William Agudelo
> Paulo Edgar da Rocha Resende
coordenação: José Maria Carvalho Ferreira

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Dia 01.09 – vida-artista

Anarquistas, sem dissociar fazer e viver com arte, desde antes da Comuna de Paris até o presente, experimentam a revolta como transformação ético-estética. Combatem o Estado, a propriedade, a moral e os padrões estéticos estabelecidos. Para xs anarquistas, a vida-artista é uma atitude que não está circunscrita necessariamente às atividades ligadas à arte, sem por isso desconsiderá-la como imprescindível para a invenção de uma vida outra. Desde a sua irrupção, o anarquismo está associado às práticas artísticas e à vida como obra de arte. Se ainda na década de 1860, Pierre Joseph Proudhon escreveu sobre o trabalho do pintor Gustave Courbet, poucas décadas depois Oscar Wilde, Liev Tolstói e Emma Goldman também publicaram suas perspectivas radicais relacionadas à arte. Na América do Sul, ao longo da primeira metade do século XX, diversos periódicos estamparam ilustrações, análises artísticas, textos de literatura e teatro assinados por mulheres e homens libertários. Esta mesa propõe-se relacionar as práticas anarquistas na arte e na vida sublinhando a invenção da própria vida como arte antiautoritária.

 

das 10h às 13h
roda de conversa: vida-artista
> Carlos Fos
> Fernanda De la Rosa
> Gustavo Vieira

> Rodolpho Jordano Netto
> Stênio Biazon
coordenação: Beatriz Carneiro
 
 
das 19h às 22h
mesa: arte e liberdade
> Doris Accioly
> Fernanda Grigolin
> Laura Fernández Cordero

> Margareth Rago
> Patricia Lessa
coordenação: Priscila Vieira

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Dia 09.09 – escândalos libertários

As práticas anarquistas, de diferentes maneiras, desde o final do século XIX até o presente, saúdam a existência livre e os prazeres da vida juntxs. Nas associações, no trabalho, na cozinha, nas festas, nas danças, nos amores, no sexo, nas artes, nos estudos, com as crianças e em meio à natureza… Muitxs anarquistas sabem que a vida se faz no presente, agora, e não se deixam prender pela sisudez, por uma causa, um ideal a ser alcançado no futuro. Esta mesa propõe conversas sobre as práticas libertárias escandalosas, que rompem com as formas rígidas e afirmam a vida contra a morte das formas, dos clichês e da ordem. Práticas que afirmam o escândalo e o tesão pela vida livre e libertária.

 

das 10h às 13h
roda de conversa: escândalos libertários
> Elena Schembri
> Eliane Carvalho
> Flávia Lucchesi & Mauricio Marques

> Sebastián Stavisky
> Thiago Lemos Silva
coordenação: Mauricio Pelegrini
 
 

das 19h às 22h
mesa: tesão e anarquia
> Gustavo Simões
> João da Mata
> Leonor Silvestre
>
André Liohn
coordenação: Lucia Soares

Link de acesso: youtube.com/tvpuc




Fonte: Nu-sol.org