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Até este momento, considera-se que o novo coronavírus é transmitido entre humanos através do contato fí­sico, pela saliva e pela respiração. Neste contexto, o sexo, mais uma vez, passa a ser objeto de novos investimentos para se tornar “mais seguro”. Algumas pesquisas científicas e diversos guias estatais foram produzidos com o intuito de “orientar” as condutas quanto às práticas sexuais e às formas de se relacionar afetiva e amorosamente.  Estariam os efeitos da chamada pandemia demarcando mais um _novo_ governo do sexo? Quais os contornos são esperados nas condutas fortalecedoras da família monogâmica e resiliente? Quais atitudes inventivas e resistentes podem ser acompanhadas?

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Fonte: Nu-sol.org